{"id":1084,"date":"2023-10-23T11:19:00","date_gmt":"2023-10-23T14:19:00","guid":{"rendered":"https:\/\/grupogsd.com.br\/blog\/?p=1084"},"modified":"2023-10-23T11:19:02","modified_gmt":"2023-10-23T14:19:02","slug":"por-que-e-tao-urgente-falar-sobre-inclusao-social-e-acessibilidade-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/grupogsd.com.br\/blog\/?p=1084","title":{"rendered":"Por que \u00e9 t\u00e3o urgente falar sobre inclus\u00e3o social e acessibilidade?"},"content":{"rendered":"<p>Gilson de Souza DANIEL                         (Cascavel Pr Brazil)<\/p>\n<p>Voc\u00ea sabia que, de acordo com o \u00faltimo censo demogr\u00e1fico realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica) em 2010, pelo menos 45 milh\u00f5es de brasileiros t\u00eam algum tipo de defici\u00eancia? Isso representa 24% da popula\u00e7\u00e3o do nosso pa\u00eds. Mais do que tudo, essa \u00e9 uma quest\u00e3o de inclus\u00e3o social.<\/p>\n<p>Em n\u00fameros absolutos, \u00e9 uma quantidade de pessoas que equivale ao total de habitantes de grandes pa\u00edses como Col\u00f4mbia e Espanha, por exemplo<\/p>\n<p>Uma realidade social pouco divulgada mas que est\u00e1 presente todos os dias em nossas fam\u00edlias, escolas, trabalho e nas ruas de nossas cidades.<\/p>\n<p>Antes de tudo, segundo o texto da 1\u00aa Conven\u00e7\u00e3o Sobre os Direitos da Pessoa com Defici\u00eancia, aprovado pela Assembleia Geral da ONU em 2006, PcD \u00e9 o indiv\u00edduo que tem impedimentos de longo prazo, de natureza f\u00edsica, mental, intelectual ou sensorial que, em intera\u00e7\u00e3o com diversas barreiras, pode ter obstru\u00edda sua participa\u00e7\u00e3o plena e efetiva na sociedade em igualdade de condi\u00e7\u00f5es com as demais pessoas.<\/p>\n<p>Existem diversos tipos de defici\u00eancias reconhecidas pelas leis. As mais comuns s\u00e3o: defici\u00eancia f\u00edsica, defici\u00eancia visual, auditiva, intelectual, psicossocial e defici\u00eancia m\u00faltipla, em que o indiv\u00edduo pode possuir duas ou mais combinadas.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 tamb\u00e9m as defici\u00eancias ocultas, que n\u00e3o s\u00e3o facilmente percebidas \u00e0 primeira vista, como baixa vis\u00e3o, dificuldades de aprendizado, TDAH e autismo.<\/p>\n<p>Em 2020 foi aprovado o Projeto de Lei (PL) 5.486\/2020, que oficializa o uso de uma fita com desenhos de girassol como s\u00edmbolo de identifica\u00e7\u00e3o para pessoas com defici\u00eancias ocultas.<\/p>\n<p>Desde 1991, as empresas com mais de 100 colaboradores devem empregar pessoas com defici\u00eancia, conforme a Lei de Cotas 8.213\/91.<\/p>\n<p>Apenas em 2002 a Libras (L\u00edngua Brasileira de Sinais) foi reconhecida como meio legal de comunica\u00e7\u00e3o e express\u00e3o, por meio da Lei n\u00ba 10.436.<\/p>\n<p>Tendo em vista todos esses avan\u00e7os citados acima, ainda existe um longo caminho para ser trilhado rumo a uma sociedade inclusiva e justa que abrace essa parcela t\u00e3o significativa do Brasil. Afinal, antes de se falar sobre pol\u00edticas p\u00fablicas, esse \u00e9 um assunto que alcan\u00e7a os cora\u00e7\u00f5es de milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Acessibilidade e Inclus\u00e3o Social: Um assunto que toca<\/p>\n<p>Falar sobre inclus\u00e3o social \u00e9, antes de mais nada, falar sobre um tema que vai muito al\u00e9m de meras estat\u00edsticas. Trata-se de uma quest\u00e3o que influencia diretamente a vida de muitas pessoas: tanto aquelas com defici\u00eancia (PcD) quanto suas fam\u00edlias, e tamb\u00e9m o Sistema Educacional Brasileiro.<\/p>\n<p>Wanilda Varela \u00e9 educadora h\u00e1 mais de 20 anos. Atualmente \u00e9 coordenadora do NAPSI (N\u00facleo de Apoio Psicopedag\u00f3gico e Social) da Faculdade \u00danica. Seu curr\u00edculo engloba experi\u00eancias em diversas \u00e1reas do conhecimento: Psicologia, Psicopedagogia, Neuropsicologia, entre outras. No entanto, sua viv\u00eancia juntamente a pessoas com defici\u00eancia est\u00e1 entrela\u00e7ada por uma raz\u00e3o que vai muito al\u00e9m de qualquer grade curricular.<\/p>\n<p>\u201cMeu tempo trabalhando com PcDs \u00e9 de mais de duas d\u00e9cadas. Mas pessoalmente falando, estou nessa causa desde que eu nasci porque tenho uma irm\u00e3 com defici\u00eancia. Eu sempre estive enraizada nessa quest\u00e3o da pessoa com defici\u00eancia, porque vivo isso na pele\u201d, conta.<\/p>\n<p>Vania Coelho tem uma trajet\u00f3ria parecida. J\u00e1 s\u00e3o d\u00e9cadas de estrada atuando na \u00e1rea do servi\u00e7o social. Inicialmente como estagi\u00e1ria, ela se desdobrava entre o trabalho de aux\u00edlio no Conselho da Mulher e a cria\u00e7\u00e3o de seus filhos.<\/p>\n<p>O primeiro contato da Vania com PcDs foi em 2007, quando viu na igreja de sua m\u00e3e um grupo de surdos se comunicando em uma linguagem que at\u00e9 ent\u00e3o era completamente nova para ela: a L\u00edngua Brasileira de Sinais (Libras). Desde ent\u00e3o, a vida dela nunca mais foi a mesma.<\/p>\n<p>\u201cPenso que quando voc\u00ea se envolve de verdade, acaba aderindo \u00e0 causa. Comigo foi assim. Hoje em qualquer lugar que vou, uma das primeiras coisas que observo \u00e9 se esse lugar possui acessibilidade para todas as pessoas. Quanto mais o tempo passa, mais me envolvo. N\u00e3o tem volta!\u201d, explica.<\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria profissional da Vania Coelho comprova que em determinados momentos n\u00e3o somos n\u00f3s que escolhemos nossas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o, mas s\u00e3o elas que nos escolhem. Nesses casos, a nobreza de ser \u00fatil se torna mais importante do que o prest\u00edgio.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o fa\u00e7o nada para ser admirada, \u00e9 s\u00f3 uma realidade que est\u00e1 ao nosso lado e a maioria das pessoas n\u00e3o enxergam\u201d, completa.<\/p>\n<p>Quem tamb\u00e9m teve seu primeiro contato com pessoas com defici\u00eancia no ambiente religioso foi Cristiane Campos. Ao perceber uma int\u00e9rprete de l\u00edngua de sinais traduzindo o culto na Igreja Presbiteriana, aquilo a chamou aten\u00e7\u00e3o.  Esse foi o ponto de partida para uma vida inteira dedicada \u00e0 causa da inclus\u00e3o social.<\/p>\n<p>\u201cMeu primeiro contato com a libras foi em 2008 na IPB do bairro Bom Jardim, onde eu moro. L\u00e1 na igreja mesmo eu fiz um curso b\u00e1sico, mas nada como profiss\u00e3o. Comecei a interpretar cobrindo professores que sa\u00edam de f\u00e9rias e em 2017 tive minha primeira experi\u00eancia como int\u00e9rprete de sala de aula, aqui na Faculdade \u00danica\u201d, relembra.<br \/>\nEduca\u00e7\u00e3o Inclusiva no Vale do A\u00e7o<\/p>\n<p>Com tanto tempo envolvida no campo educacional, \u00e9 poss\u00edvel realizar uma an\u00e1lise mais aprofundada sobre a situa\u00e7\u00e3o atual da inclus\u00e3o social e acessibilidade. Cristiane Campos recorda-se da \u00e9poca em que era aluna e compara esse per\u00edodo com o atual cen\u00e1rio da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica.<\/p>\n<p>\u201cEm 2000 eu estudava na escola e a minha turma tinha um aluno surdo. Ele n\u00e3o tinha int\u00e9rprete e precisava fazer a leitura labial do professor para conseguir acompanhar a aula. Hoje, gra\u00e7as ao avan\u00e7o das leis, os estudantes com defici\u00eancia possuem int\u00e9rpretes e s\u00e3o acompanhados todos os anos\u201d, elucida.<\/p>\n<p>Wanilda compartilha da mesma vis\u00e3o que Cristiane no que tange ao ensino de base para pessoas com defici\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cAcho t\u00e3o bonito quando vejo nas escolas as crian\u00e7as sem defici\u00eancia ajudando os coleguinhas que elas t\u00eam. Antes os pais nem queriam que esses alunos estudassem na mesma sala, no entanto, atualmente tivemos, sim, uma evolu\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Contudo, de acordo com a educadora, a quest\u00e3o da inclus\u00e3o social e da acessibilidade ainda tem um percurso bem longo a percorrer no universo do trabalho e no ambiente acad\u00eamico.<\/p>\n<p>\u201cPenso que as PcDs continuam ocupando cargos mais simples no mercado de trabalho. Na minha opini\u00e3o, quando se trata de n\u00edvel superior, acho que estamos ainda engatinhando\u201d, completa Wanilda Varela.<\/p>\n<p>Nesse sentido, al\u00e9m de todos os obst\u00e1culos sociais que uma pessoa com defici\u00eancia precisa vencer todos os dias, a coloca\u00e7\u00e3o profissional tamb\u00e9m tem se mostrado outro importante entrave na vida de quem n\u00e3o tem outra op\u00e7\u00e3o sen\u00e3o lutar.<\/p>\n<p>\u201cAs legisla\u00e7\u00f5es avan\u00e7aram bastante, mas temos muito a evoluir. Mesmo tendo leis, muita gente ainda procura brechas para gastar menos ou contratar menos\u201d, argumenta Vania.<br \/>\nPor que falar sobre inclus\u00e3o social e acessibilidade no campo acad\u00eamico \u00e9 t\u00e3o importante?<\/p>\n<p>\u00c9 muito dif\u00edcil definir com precis\u00e3o hist\u00f3rica quando come\u00e7ou, mas nossa sociedade contempor\u00e2nea atravessa por um per\u00edodo que podemos chamar de \u201cEra da Informa\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Steve Jobs, fundador da Apple, uma das maiores companhias do planeta, refor\u00e7a esse novo paradigma quando diz que \u201ca tecnologia move o mundo\u201d. Esses avan\u00e7os abalam todas as esferas da sociedade, desde o que se conhece sobre trabalho at\u00e9 discuss\u00f5es que passam pela \u00e9tica das rela\u00e7\u00f5es humanas.<\/p>\n<p>Nesse sentido, nada melhor do que falar sobre evolu\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas para pessoas com defici\u00eancia, uso de tecnologias assistivas e educa\u00e7\u00e3o, no maior contexto que existe de produ\u00e7\u00e3o de conhecimento: o ambiente acad\u00eamico.<\/p>\n<p>\u00c9 apostando nisso que Cristiane Campos espera que o M\u00eas da Inclus\u00e3o Social e Acessibilidade alcance o seu objetivo, deixando um legado efetivo na constru\u00e7\u00e3o de um futuro mais otimista.<\/p>\n<p>\u201cQuando os alunos chegam at\u00e9 a sala de aula na faculdade, eles est\u00e3o dispostos a aprender algo. Por\u00e9m, muitos deles nunca tiveram contato com uma pessoa com defici\u00eancia. Nosso objetivo com o M\u00eas da Inclus\u00e3o Social e Acessibilidade \u00e9 gerar uma inquieta\u00e7\u00e3o\u201d, define.<\/p>\n<p>Ou seja, \u00e9 por meio dessa inquieta\u00e7\u00e3o intelectual que as programa\u00e7\u00f5es da Faculdade \u00danica visam concluir sua miss\u00e3o: promover igualdade. \u201cPessoas com defici\u00eancia n\u00e3o s\u00e3o limitadas, mas, sim, diferentes. E cada uma merece ser tratada levando em conta suas especificidades\u201d, refor\u00e7a Cristiane.<\/p>\n<p>Wanilda tamb\u00e9m mostra muita empolga\u00e7\u00e3o com a proximidade dos eventos do m\u00eas de setembro, reafirmando o compromisso da Institui\u00e7\u00e3o de Ensino Superior (IES) com sua responsabilidade social.<\/p>\n<p>\u201cSou muito feliz por trabalhar na Faculdade \u00danica, porque aqui n\u00e3o estamos apegados a leis, mas sim ao desenvolvimento das pessoas, sejam elas com defici\u00eancia ou n\u00e3o. No nosso semin\u00e1rio teremos \u00f3timos profissionais que vir\u00e3o como palestrantes para nos auxiliar neste caminho que estamos percorrendo na educa\u00e7\u00e3o para a pessoa com defici\u00eancia\u201d, conta.<\/p>\n<p>Dessa forma, as programa\u00e7\u00f5es do M\u00eas da Inclus\u00e3o Social e da Acessibilidade n\u00e3o s\u00e3o voltadas apenas para os alunos da Faculdade \u00danica. Colaboradores da IES e professores da rede p\u00fablica de ensino da regi\u00e3o tamb\u00e9m podem participar do evento, contribuindo com esse importante movimento que come\u00e7a a partir do dia 5 de setembro.<br \/>\nNormal \u00e9 ser diferente<\/p>\n<p>O olhar preconceituoso e distante da realidade de 45 milh\u00f5es de brasileiros, enxerga a pessoa com defici\u00eancia de forma discriminat\u00f3ria. De cima pra baixo. Com desd\u00e9m. Esse mesmo olhar presun\u00e7oso, por\u00e9m, se faz limitado demais ao n\u00e3o perceber sua pr\u00f3pria feiura em julgar sem conhecer.<\/p>\n<p>Segundo Wanilda Varela, o que uma pessoa com defici\u00eancia tem de mais bonito \u201c\u00e9 a sua verdade. Sua luta. Porque a maioria das pessoas se acostumam com sua zona de conforto, mas as PcDs nunca est\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 para Vania Coelho, a maior beleza de uma PcD est\u00e1 \u201cna felicidade incompar\u00e1vel de estar viva\u201d. Cristiane Campos complementa destacando a resili\u00eancia. \u201cEla n\u00e3o se limita. Ela n\u00e3o v\u00ea em si uma defici\u00eancia, mas sim uma caracter\u00edstica \u2013 a capacidade de n\u00e3o se contentar com o m\u00ednimo -, ela sempre corre atr\u00e1s do mais\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Por fim, vai ver, o olhar de uma pessoa com defici\u00eancia sobre a vida \u00e9 o correto. Esse, que prioriza a perseveran\u00e7a, a paci\u00eancia, a entrega.<\/p>\n<p>Esse olhar que iguala pessoas e respeita as diferen\u00e7as. Pois como diz Antoine Saint-Exup\u00e9ry, escritor franc\u00eas, \u201co essencial \u00e9 invis\u00edvel aos olhos. S\u00f3 se enxerga bem com o cora\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Edi\u00e7\u00e3o: Gilson de Souza DANIEL<br \/>\nFonte:: Taisser Gustavo\/prominas\/Internet<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Gilson de Souza DANIEL (Cascavel Pr Brazil) Voc\u00ea sabia que, de acordo com o \u00faltimo censo demogr\u00e1fico realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica) em 2010, pelo menos 45 milh\u00f5es de brasileiros t\u00eam algum tipo de defici\u00eancia? 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